Eu Sumi, O Luxa Veio e OVal Fez Gol

Aí eu tive que voltar para comentar. Foi mal aê galera que fecha comigo, estou trocando de net e isso está me trazendo problemas... E mais de uma semana sem respirar Flamengo já estava me deixando sem vida. Mas foda-se o mundo porque hoje eu voltei para escrever sobre o nosso Fuderosão!
Como estou atrasada, vou fazer um back up estilo fast food:

Adeus Silas, nunca achei que você fosse a causa de nossos problemas, mas sua postura não me deixou pensar que fosse a solução.

Bom dia, boa tarde, bom jogo Luxa! Não aposto nada em você, mas isso é problema meu. Coração rubro-negro e currículo show de bola, tem muito a fazer pelo Mengão. Faça tudo que puder, eu vou estar na sua cola, torcendo para que dê tudo certo, sempre.

Nossa Cinderela Baiana desencantou, mas continua matando mosquisto. E em resposta ao Pet, que havia dito que o Val Baiano perdeu a virgindade, pois bem, ele fode mal, hein!

Sobre o empate contra o Avaí, não fiquei satisfeita. Léo expulso e uma cambada sem jogar contra o Inter. Além de que, se o treinador pensou que fazer dois gols no início e segurar o jogo fosse funcionar, espero que tenha percebido que isso aqui é Flamengo, segurar jogo não funciona,amigo. É sempre em frente.

É nesse pique que eu fico por aqui: como quem lê um conto de fadas onde o príncipe Luxa chegou e desencantou a princesa baiana, agora, eu aguardo o final feliz, que vem se Deus quiser. E Ele quer.


Meus Cumprimentos Rubro-Negros no Coração da Nação



@SBussi2

Direito do Torcedor saber, e Dever de Fazer Acontecer.

 
 
Esse post foi indicado por Muhlenberg via twitter(@urublog). De uma pessoa quase anônima,
 
 
"A quadrilha que derrubou Zico
 
Os delinqüentes que afastaram ZICO do comando do futebol rubro-negro — e com isso enterraram o único projeto sério, em trinta anos, de fazer do Flamengo um clube moderno e vencedor —, são gente com nome e sobrenome, e com dois temores muito claros.

O primeiro, de mais longo prazo, o medo do projeto do ZICO e de todo rubro-negro de bem de dar autonomia estatutária ao futebol. Implementado, tiraria o futebol das mãos incompetentes dos que, ao longo dos anos, não fizeram mais que locupletar-se às custas de nossa maior paixão, enquanto o Flamengo caminhava a passos largos para a irrelevância.

O segundo, muito mais imediato, o pânico à limpeza que ZICO vinha promovendo nas divisões de base, cortando as asas de empresários nefastos e de seus agentes internos — verdadeiros quinta-colunas, interessados muito menos na máxima em desuso de que “craque o Flamengo faz em casa”, e muito mais na regra vigente de que craque o Flamengo vende cedo, a preço camarada, para desfrute máximo de seus cartolas e benefício nenhum para clube e torcida.

Do primeiro temor trataremos oportunamente, eis que a discussão aí é muito mais filosófica, e tem a ver com a definição de quem é o dono do Flamengo, 5 mil sócios ou 40 milhões de torcedores. Basta, por ora, registrar a declaração ouvida há pouco nos corredores do clube, em apoio aos que apunhalaram o ZICO pelas costas:

“O Flamengo é dos sócios, será gerido pelos sócios, para os sócios e em benefício dos sócios. A torcida que se foda. Se os sócios decidirem que o futebol ficará em segundo plano, assim será feito.”

O segundo, no entanto, é o cerne da disputa que terminou com a recente demissão de nosso ídolo maior, num processo de fritura e intimidação que envolveu até ameaças de morte ao ZICO e a sua família. Dele participaram ou beneficiaram-se diretamente os senhores Hélio Ferraz, Leonardo Rabelo, Michel Levi, George Helal, Walter Oaquim e Leonardo Ribeiro. Nele permaneceu omissa, qual Pôncio Pilatos, a senhora Patrícia Amorim, que não teve a retidão e o caráter suficientes para escolher entre ZICO e a canalha que a elegeu.

É justa e santa a ira contra o sr. Leonardo Ribeiro, mas o repugnante Capitão Leo — escroque conhecido e de vasto prontuário — é apenas o elemento mais visível de uma quadrilha chefiada e integrada por gente muito mais graúda. Com capacidades e talentos reconhecidamente modestos, limita-se a intimidar, com seus camisas pardas, os que ousarem erguer a voz contra o esquema de pilhagem dos cofres rubro-negros, comandado hoje por Hélio Ferraz e Leo Rabelo. Também põe a serviço da quadrilha os conhecimentos contábeis que aprendeu com o ilibado Eduardo Vianna, na FERJ, aonde chegou apadrinhado por ninguém menos que Edmundo dos Santos Silva.

O verdadeiro capo mafioso, aqui, é Hélio Ferraz. Trata-se do mesmo incompetente de passagem absolutamente esquecível pela presidência do clube, logo após a débâcle de Edmundo dos Santos Silva. Os tempos duros, e a conseqüente redução das expectativas da torcida, permitiram a Helinho passar incólume pela presidência, sem chamar muita atenção para sua incompetência. Mas já era o mesmo Helinho que faliu um estaleiro, no começo dos 90, e que poucos anos antes despertara a nossa vergonha alheia com uma campanha absolutamente pueril para o Senado. O mesmo Helinho cujos escassos conhecimentos futebolísticos lhe permitiram dizer, com a cara mais séria do mundo, que seu grande ídolo no esporte era Marcelinho Carioca!

Pois foi Hélio Ferraz o avalista político da eleição de Patrícia Amorim. Foi Helinho quem lhe deu viabilidade política ao amarrar o rabo da ex-nadadora ao do empresário Leo Rabelo. Rabelo era o dono das divisões de base do Flamengo à época de Edmundo dos Santos Silva, quando contava com o pleno aval dos senhores George Helal e Walter Oaquim. Apadrinhado pelos dois, continuou locupletando-se no mandato do Sr. Hélio Ferraz, mas subitamente viu sua influência reduzir-se quando os dois caíram em desfavor, com a eleição de Márcio Braga. Saudosos de tempos mais gordos, Helinho, Rabelo, Helal e Oaquim viram na inconsistente Patrícia Amorim — sem conhecimento nem interesse algum no futebol — sua oportunidade de ouro para voltar a prosperar às custas do Flamengo. Asseguraram-se, para isso, de controlar, além da presidenta decorativa, o Conselho Fiscal do clube, onde puseram ninguém menos que o sr. Leonardo Ribeiro. (Esqueçam a conversa mole de que o Capitão Leo é oposição, uma vez que o cargo seria tradicionalmente da oposição: Leonardo Ribeiro há anos é assessor parlamentar e camisa parda de Patrícia Amorim na Câmara de Vereadores do Rio.)

Sob o comando dessa gente, as divisões de base passaram a ser nada mais do que uma vitrine onde o Sr. Leo Rabelo expunha seus produtos. Aí passaram a envergar o Manto Sagrado garotos sem nenhum vínculo empregatício ou federativo com o clube, atletas que tinham 100% do seu passe atrelado exclusivamente a Leo Rabelo e empresários amigos, e por cuja venda o clube não auferia um único centavo de benefício. Mais do que nunca e mais do que ninguém, os moralistas de palanque que bradam contra a “privatização” do futebol rubro-negro, que não reconhecem limites éticos ou legais na luta contra a autonomia do futebol, efetuaram sua própria privatização do setor mais estratégico do clube.

Os interesses da quadrilha não se limitam às divisões de base. Envolvem também os negócios escusos em torno dos ingressos, em parceria com a BWA. O esquema é o responsável pelo prodígio de os ingressos para jogos do Flamengo custarem, em média, R$ 15,00 a mais do que os dos rivais. Supervisa o esquema o sr. Eduardo Moraes, que atende por Vassoura e coincidentemente é genro do onipresente Hélio Ferraz. Mas quem efetivamente ordenhava essa vaca leiteira, até recentemente, era o Sr. Flávio Pereira, que até hoje desfruta injustamente do anonimato. Injustamente porque se trata de ninguém menos que o dirigente acusado de pedofilia, de corromper meninos das divisões de base (sempre as divisões de base!), flagrado por sócia do clube, em fevereiro, “acariciando ostensivamente o órgão sexual de um menino de dez anos”. Uma acusação decerto revoltante, mas incapaz de embrulhar o estômago da Srª Patrícia Amorim, em que pese o fato de nossa presidenta também ser mãe: a pedido de Helinho, Flávio Pereira continuou ocupando o cargo lucrativo para o qual fora nomeado, e somente foi exonerado quando o clamor público ameaçou tornar-se insuportável.

Foi esse o cenário com o qual o ZICO se deparou ao assumir o futebol rubro-negro, em 30 de maio passado, com projetos de autonomia e seriedade administrativa. Sua nomeação foi um gesto desesperado de uma presidenta acuada politicamente, que via sua gestão fazer água menos de seis meses depois de começar. O técnico Andrade e o vice de futebol, Marcos Braz — a dupla que, com mais acertos que erros, havia conquistado o hexacampeonato —, haviam sido demitidos em 23 de abril, depois de o time se classificar aos trancos e barrancos para a segunda fase da Libertadores. Com o time eliminado, em seguida, pela Universidade do Chile, Patrícia Amorim passou a temer o desfecho inglório do impeachment, nas mãos de uma oposição que começava a se estruturar e de aliados para quem a utilidade da presidenta se esgotara no momento mesmo em que lhes abriu os cofres da Gávea.

Assim foi que o Galinho voltou para casa cheio de ilusões e projetos ambiciosos, que exigiriam o apoio decidido da presidenta para concretizar-se. Para Patrícia, no entanto, ZICO era apenas uma cartada política de curto prazo, um gesto que daria tempo e fôlego a sua gestão inepta, um fusível a ser queimado na primeira oportunidade, quando a destruição do ídolo e mito lhe fosse politicamente conveniente.

Os primeiros atos de ZICO voltaram-se, justamente, para a moralização das divisões de base. Com a autoridade que ainda não fora minada por Patrícia Amorim, o Galinho pôs fim à farra de Leo Rabelo, da qual se beneficiava a máfia aqui identificada. Pôs no olho da rua todos os atletas que envergavam o Manto Sagrado sem vínculo federativo com o clube, atletas ali postos, como numa vitrine, por seu proprietário, Leo Rabelo, para valorizar-se e ser vendidos. Subitamente, nas divisões de base do Flamengo, deu-se essa coisa prodigiosa: só jogavam atletas do Flamengo, e a máfia comandada por Hélio Ferraz perdia ali seu negócio mais promissor.

Ato contínuo, a quadrilha passou a obstaculizar a gestão de ZICO de todos os modos, legais e ilegais, a seu alcance. Mobilizou, sobretudo, o vice-presidente financeiro, Michel Levi, e o presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro, que passaram a entravar toda e qualquer contratação encaminhada por Zico. Diogo e David, contactados muito antes, só puderam ser legalizados na véspera de expirar-se o prazo final, imposto pela CBF. ZICO reagiu, assinalando o óbvio: que um clube de futebol que pretenda ser exitoso não pode funcionar nessas bases, e o departamento de futebol precisa de autonomia administrativa e financeira. Foi a gota d’água para a quadrilha: declarou-se guerra aberta a ZICO. Começaram a circular boatos infundados, jamais comprovados, sobre a atuação de seus filhos em contratações, prontamente reproduzidos por canalhas menores da imprensa. Leonardo Ribeiro, bandido conhecido, não hesitou mesmo em ameaçar de morte o nosso ídolo maior e sua família.

Patrícia Amorim omitiu-se o quanto pôde. Fez que não era com ela enquanto lhe foi possível. Diante, no entanto, do ultimato da quadrilha que a elegeu e lhe dava sustentação, não teve um segundo de dúvida: ficou com a quadrilha, contra o ZICO. Encerrou-se assim, em 30 de setembro, a gestão de ZICO à frente do futebol.

Em quatro meses de gestão, ZICO, que afinal de contas é humano, terá cometido acertos e erros. Deixemos aos canalhas menores da imprensa esportiva o exercício indigno de enumerar os segundos, reproduzindo, como se dignas de consideração fossem, as barbaridades que hoje bosteja qualquer Capitão Leo. Aqui importa apenas registrar que, naquelas questões que mais dizem respeito à construção de um Flamengo forte, soberano e hegemônico — questões como a autonomia do futebol profissional e a reconstrução das divisões de base —, ZICO esteve sempre do lado certo, sempre com a visão clara e as intenções puras.

Para quem tinha olhos de ver, ZICO clamava há muito pelo apoio decidido de Patrícia Amorim. Atacado, cada vez mais publicamente, pela máfia que elegeu Patrícia, nosso ídolo maior precisava que, ao menos uma única vez em sua carreira política sem brilho, Patrícia Amorim se posicionasse claramente em favor de um grupo e contrariamente a outro. O Galinho aceitara o cargo, afinal de contas, porque confiava na capacidade da presidenta de, chegado o momento, comprar as brigas certas, e por elas arriscar-se a desagradar grupos poderosos, que há muito entravam o progresso do Flamengo.

ZICO obviamente se equivocou quanto à integridade e à coragem de Patrícia Amorim, que ao fim e ao cabo nunca foi mais que uma politiqueira vulgar — um desses sobreviventes talentosos apenas na arte de estar bem com todo o mundo, que passam pela vida política sem a consideração de legar-nos uma única idéia nova, um único projeto original. Já desvencilhada do ZICO, aparece agora, com a cara lavada habitual, fazendo promessas vagas de levar adiante o projeto da autonomia do futebol, sem no entanto romper com os elementos criminosos que, para matar uma idéia assim no nascedouro, foram capazes de atirar lama até mesmo no nome santo do maior ídolo da história rubro-negra.

Patrícia Amorim obviamente passará, a menos que os sócios de hoje decidam abrir mão de qualquer aspiração à grandeza, e transformem o Flamengo num clube meramente social. Excetuada essa hipótese, Patrícia é pequena demais, inconsistente demais, incompetente demais para a tarefa maiúscula de gerir os destinos da maior paixão de 40 milhões de brasileiros. Patrícia passará, mas o câncer que atrás dela se esconde — Helinhos, Oaquins, Levis, Helais, Rabelos e quantos capitães ou sargentos empregarem — precisa ser extirpado, se queremos voltar a ser grandes.

A grandeza começa por respeitar a nossa própria história, por respeitar o nome, a memória e a imagem de nossos ídolos e heróis. Passa por não transigir jamais com quem pretenda diminuir um ZICO para agarrar-se a uma boquinha, por não compactuar com quem se sinta no direito de julgar o rubro-negrismo de ninguém menos que Artur Antunes Coimbra. E começará a ser resgatada no dia em que os sócios escorraçarem da Gávea, para todo o sempre, personagens nefastos como Hélio Ferraz, Michel Levi, Leo Rabelo, George Helal, Walter Oaquim e Leonardo Ribeiro."


Desculpe Zico, Eles Não Sabem o Que Fazem!

Por favor Zico, vc não precisa se juntar com essa gente podre de novo, recria o Flamengo fora da Gávea, por favor Zico! Nós não somos nada sem você!




Eu me nego a dizer que sou flamenguista. Se capitão Léo e companhia são, eu não sou! Se o Zico saiu, eu saio com ele e levo meu orgulho, amor, raça, paixão e história comigo!

ZICO, EU TO CONTIGO! POR FAVOR NÃO DESISTA DA GENTE!


Declaração dele: http://www.ziconarede.com.br/portal/znr/colunas.php?pa=1589

Nossa ação: Protestos na GÁVEA na Sexta (às 15:00) e sábado (às 9:00) -

"Chama o Neymar Para Demitir o Silas."

Galera, escrevi esse post contando que o Silas seria demitido hoje, bem, não foi. Mas ele vai ser postado mesmo assim:




A galera tem perguntado minha opinião sobre a saída do Silas e a contratação do Luxemburgo. De imediato não consegui identificar minha opinião. Não esperava por isso, não tão rápido.

O Silas só teve dois defeitos graves: fez merda com a escalação do time e culpou um jogador pela 'derrota' . De fato, esse último foi decisivo para a demissão do cara. Um líder deve se responsabilizar pela falta de desempenho do grupo, mesmo que não tenha culpa alguma. O que não é o caso.

Meu desejo sincero foi que ele ficasse, mas na atual conjuntura isso provocaria um colapso ainda maior no time.

Eu confio no Zico, só fico preocupada pelo motivo que o levou a essa decisão. Se foi novamente por pressão da torcida isso nos trará problemas futuros. Nossa Magnética precisa aprender a calar no momento certo. Mas no geral, acho que foi uma boa decisão. Quero que o Silas seja um treinador vitorioso, ele entrou no Flamengo com vontade de ajudar. Merece minha consideração. Mas acima dele e de tudo, está o bem do Flamengo.

Quanto ao Luxemburgo, confesso não ter bagagem para criar uma opinião. Mas espero de coração ainda apreensivo uma melhora razoável. É preciso entender que o nosso Time só vai voltar a crescer quando todos se entregarem de corpo e alma. Inclusive a torcida.

Deêm uma semana de paz para a Gávea. Uma semana para colocarmos um curativo em nossos corações e para partirmos para a luta novamente. Enchamos nosso peito de esperança, olhemos para frente. Algo de novo está por vir. Mostremos ainda mais amor e paixão. Afinal, esse é o nosso Mengão.

Brada, Brada. Custa Usar o Cérebro?!


 Foto de mulher no meu blog só serve pra melhorar o humor. Espero que funcione com vocês também.




Tenho lido posts com conteúdo de extrema falta de educação e respeito. Não acredito que humilhando e demitindo o nosso TÉCNICO iremos ter algo para comemorar. Não dá pra esquecer, que quem apoiou a saída do Rogério foi a torcida, na verdade, quem demitiu ele foi a torcida. Então não temos tanto direito de reclamar. Contratamos o técnico que nos foi possível.E sem discussões de Andrade, por favor. Isso já transcreveu.

Faltar respeito, embora seja algo culturalmente nosso, deve, talvez, ser usado contra o adversário, apontar essa arma para a Gávea é dar tiro no pé amigo. É missão suicida. E tem mais: chega de infantilidade nessa porra. É um tal de 'tira rogério', ' tira patricia', 'tira Zico', 'Tira silas', 'tira a porra toda e joga fora'. Será que ainda não deu pra aprender que isso não tem nos levado para um resultado plausível? Não me pergunte como chegaremos lá, porque eu também não sei. Mas precisamos de criatividade para tentar novos caminhos. E talvez seja isso que o Silas esteja fazendo, procurando novas alternativas porque as antigas não funcionavam.

Não estou defendendo o cara, também não sei o que deu nele hoje. Estou defendendo o bom senso e a cautela. Mas também não sei se vale lutar por essa porra. Meu humor tah meio largadão hoje. Não vou lutar por mais nada além do meu Mengão. Nada mais vale a pena. Então que se foda todo esse barulho que os torcedores estão fazendo por aí, enquanto não aprenderem a se organizar, vai ser só barulho mesmo.


SRN

(@SBussi2)

Hoje eu não tô. Nem tenta.

No dia 9 de setembro eu escrevi um texo que não foi postado, pois não tinha blog ainda. A minha sensação hoje é bem parecida, entao está aí, para vocês conferirem, todo o meu cansaço em parágrafos.


  "A pelada acabou e eu dei um pulinho na net pra tentar fazer minha torcida ficar menos chateada.
Ah, mas não deu. Sabe, quando a torcida, que é sempre revoltadinha, grita, troveja, diz isso, chinga aquele, eu não ligo, no máximo repreendo um ou outro. Nossa torcida é muito mimada mesmo. Mas quando aqueles flamenguistas, de raça, de orgulho, de sempre, ficam em silêncio, retumba tristeza dentro de mim. É porque o bagulho tá doido. Ver figuras como Muhlenberg em silêncio, dói muito. Todas os twitts do @MENGoOOOL começavam pela expressão 'Dói muito'. Ah cara! Isso não se faz com esses caras não! O povo tem relevado tanto, apoiado quando ninguém mais o faz, isso é derrota!

E não adianta, tentar achar um culpado atual! O Zicão, o cara que mais pensa no bem do Mengão? O Silas que teve agora o terceiro jogo com a galera? Os jogadores que acabaram de chegar, ou os que ganharam o título ano passado? Não vejo a quem culpar, isso me causa uma introspecção, pausada somente para escrever esse texto.

Hoje, não saí com o manto pelas ruas. Não senti vontade. Não quis conversar sobre futebol. Não quis ler os eternos motivos/desculpas dos jogadores. Hoje não sei o que se passou na Gávea. Não sei nem o que se passa dentro de mim.

Tenho uma semana do cão, com mil problemas em todas as áreas, mas reservo um pouco de felicidade para as quartas e domingos, onde deposito minha melhora de humor na dúvida do Fla. Mas tem deixado de ser dúvida ha um tempo. É a certeza de que vou me desapontar. Li o post do Muhlenberg hoje. Dizia quase a mesma coisa. Os flamenguistas estão tristes. Isso é pior que estar puto.

Hoje estou de luto e sem esperança. Só por hoje não quero mandar uma mensagem de força para os jogadores. Só por hoje não quero gritar ao mundo o meu amor. Só por hoje não quero encarar um tricolor de marra. Mas logo eu, que sempre prometi estar contigo, Mengao! Que prometi sempre honrar o Manto Sagrado! É... Mas sempre não é todo dia."



Um obs básico, hoje eu saí sim com o manto pelas ruas, e se encontrasse com um tricolor marrento, descontava nele a minha revolta.


SRN

Post de Emergência: Estilo Amenizador de Iras



Poque a Magnética não há de perdoar.              




Eu soube, coisa de 1 mês, que a situação política na Gávea tava pegando pro lado da Patrícia e do Zico. Mas imaginei que os filhos da mãe, sem vergonhas, fizessem isso por debaixo dos lençóis. Mas não! O filhote de demônio, que se diz flamenguista, escreve abertamente críticas pejorativas em seu blog. O post é antigo, mas foda-se, minha ira não diminuiu com isso.

Está na hora, da Tocida se unir em um só objetivo: defender, acima de tudo, o bem do Mengão.  O que não dá é a cada mau resultado, um grupinho de torcedores ir cornetar o Zicão e a Patrícia. Desunião é dispersão, e pessoas despersas são frágeis. Nós não somos uma torcida frágil. Assumamos a postura que nos é sabida!


"Aqui é Flamengo, vagabundo, tem que respeitar!"



Sei que estou sendo super tendenciosa, me desculpem, é que eu fiquei muito puta. Aqui está o link, para que tirem suas próprias conclusões.


SRN

Um Presente e Meio



Que jogo hein, ai coração! Melhor que montanha russa, sem dúvida. Foi um jogo um pouco mais digno de Flamengo. Essa adrenalina, gols no final, gosto muito. Confesso que se fosse para ter uma vitória segura, não assitiria aos jogos.
Semana passada comentei que o ibope todo que o kleberson estava tendo era nada embasado, disse que precisava fazer mais vezes pelo Fla. E o cara provou que não veste o manto a passeio.




Imagino tudo o que se possa falar contra o Silas atualmente, mas é visível e indiscutível que ele nos devolveu a identidade. Nossa raça, nossa vontade de fazer gols. Nossas vitórias de virada(não foi dessa vez). Isso já é o suficiente para ser aplaudido ao fim do jogo. Ele e o resto do time(exceto o alvim) merecem agredecimentos, ainda que seja obrigação um bom desempenho.

Quanto ao Diogo, minha opinião vai contra a maioria. Não acho o cara fantástico. Parece que na hora H ele ainda sente medo. E erra. Tá faltando um pouco mais de confiança.

Mas isso não me interessa agora. Essa rodada me deixou bem alegre. Estamos subindo de posição uma por uma, tá maneiro assim, constante. Mas o que me deixou mais bem disposta, confesso que não foi o Mengão. Foi o Florminese! Não é que foi ultrapassado pelo Cruzeiro?! Nesse momento o Flor se encontra em terceira colocação. Isso vai me render boas risadas essa semana. Deixo aí uma musiquinha pra vcs, fiz com muito carinho pelo Flu, já a foto, desculpa galera, eu só sei mexer no paint! hahaha ^.^




 Cai cai flu flu
 Cai cai flu flu
 Da segunda posição
Não vai não
Não vai não
Não vai não,
Não vai ganhar o Brasileirão!



Abraços no coração rubro-negro da galera!

SRN

Valeu Pela Força Ô Grandão Aí de Cima.



Quando um tá sem saco para escrever, parece que contagia.
O lance é o seguinte: Daqui pra frente a coisa vai ter que andar. O Silas já conseguiu se familiarizar com os caras, esses já estão melhorando a forma física, o azar do demônio já acabou e o Val baiano tá no banco. Pronto, tudo no esquema pra ser diferente.
Não vou falar de escalações que esse assunto já deu. Se eu tivesse vocação prá técnico mandaria meu currículo pro Fla na época do Rogério. Não mandei. Não vai ser na era Silas que eu vou meter os bedelhos.
Grêmio é gatinho dos obedientes para o que vamos encarar daqui pra frente. E vamos encarar de igual pra igual. Reclamaram da minha falta de humildade no texto antes do Fla x Flu. Fechô então. Hoje eu não vou pisar no adversário. Mas fica a dica: perder não é uma opção, aliás, isso nem passou pela minha cabeça. Não sei quem foi que tocou no assunto.
Tá rolando umas entrevistas com a Patrícia, ela me parece honesta e bem disposta. O Zicão nem se fala. Continhas em dia, CT sendo projetado, Autonomia do Futebol voltando à tona. É, a gente tá pra ficar arrumadinho. Tô com fé na parada. O que temos que fazer é ficar de olho no lado político da Gávea e mais do que nunca fechar com o certo. E se Pai Grandão Lá do Céu quiser, tudo vai acontecer diretinho. E Ele quer.

Abração no coração rubro-negro da galera!

Resultado Estilo Chuchu



Um empate não é ruim para um clássico. Um empate com um Clube da 2 colocação não é lá um resultado ruim mesmo. Jogo bom de assistir e coisa e tal. Não esperava uma performance melhor de nenhum dos times. Foi o suficiente.

Suficiente para comer chuchu. Agora que saímos do clima ruim, do jejum, época que não queremos lembrar, chegou a hora de começar a cobrar um pouquinho. Deixo claro que o meu apoio e confiança no trabalho que o Silas vem fazendo é grande. Até agora não levantei a palavra pra questionar o cara. E não vou fazê-lo hoje.

Mas que resultado de merda. Não dá pra ser zoado, nem para zoar. Não dá para comemorar, soltar fogos, nem para chorar e chingar os tricoletas. Fica aqui meu post que fala, fala e não diz nada. Mas nada melhor que o jogo de hoje.

Resultado com gosto de chuchu. Mas eu não gosto de coisa sem gosto.

powered by Blogger | WordPress by Newwpthemes | Converted by BloggerTheme